Brasileiros ganham prêmio por ter criado vacina contra vício em cocaína e crack

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Brasileiros ganham prêmio por ter criado vacina contra vício em cocaína e crack
Por Redação | Publicado em 14 de novembro de 2017 ás 14:08
vacina contra vício em cocaína

Foto: UFMG / divulgação

 

A equipe brasileira ‘PharmaView’ desenvolveu uma vacina contra a dependência química de cocaína e crack. Este projeto que recorre à tecnologias emergentes para resolver um grande problema na área da saúde, ganhou o prêmio UFMG Challenge durante a feira de inovação Finit, este mês.

A UFMG Challenge premiou vários projetos que prometem revolucionar a área da saúde e ciência da vida. Quem ficou em primeiro lugar, foi a vacina contra vício em cocaína e crack.

A vacina basicamente bloqueia a entrada da droga no cérebro, impedindo assim o seu efeito. Sem o benefício da droga, o ciclo do vício é quebrado. A ideia é que a vacina seja agregada no atual esquema terapêutico, para impedir recaídas dos usuários e melhorar sua efetividade.

 

Vencedores e premiação

Com o prêmio de primeiro lugar, a equipe liderada pelo médico e professor da Faculdade de Medicina da UFMG, Frederico Garcia, vai representar a UFMG na Finlândia, na feira Ultrahack 2017 Sprint II, que será realizado de 17 a 19 deste mês.

Além da vaga no Ultrahack, a PharmaView também garantiu outros prêmios pela conquista do primeiro lugar no UFMG Challenge:

 

A equipe irá receber US$120 mil em créditos para plataforma de inovação IBM Bluemix e orientações técnicas dos serviços em parceria com o CAMSS Group; além de acesso gratuito de três meses ao Laboratório Aberto do Senai, mentoria da Unidade Embrapii e do Departamento de Ciência da Computação da UFMG sobre parcerias e utilização de recursos, vaga para banca de seleção final da quinta edição do Biostartup Lab e consultoria da Dhisa Valor Contábil.

 

Na competição, as equipes apresentaram seus projetos para uma banca avaliadora formada por membros da academia, do mercado e do ecossistema empreendedor.

O segundo lugar do pódio foi conquistado pela equipe ‘Gran Moar’, composta de estudantes da UEMG e da UFMG, que desenvolveu uma farinha com bagaço de malte, mantendo o alto valor nutricional e com vantagens competitivas em relação ao custo das farinhas existentes no mercado.

Já o terceiro lugar ficou para a equipe ‘Turnit HealthCare’, da Universidade Federal de Uberlândia, que criou um sistema de monitoramento inteligente para diminuir feridas em pacientes acamados.

 

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